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A Consciência em Tudo.

  • Foto do escritor: AndréLuiTerapiaHolística
    AndréLuiTerapiaHolística
  • 10 de ago. de 2020
  • 2 min de leitura

Como disse Nassim Haramein: "Se o cérebro é o receptor da onda de rádio, o coração é o potenciômetro do 'dial', sintonizando o rádio na frequência de sua escolha".


Com isso em mente, então o que é consciência? Onde ela está?

No século XVI, René Descartes disse a famosa frase "Cogito ergo sum" (Penso, logo Existo), conectando nosso eu com os aspectos racionais e analíticos de nosso cérebro por séculos.

Muitos ainda acreditam que pouco mais de 1kg de substância branca e cinzenta em nosso crânio é o tudo e o fim de toda a nossa existência. Nós pensamos, e é isso.


Mas, recentemente, foi descoberto que temos atividade neural em nosso Coração e Intestino, bem como a capacidade de impactar uns aos outros por meio do campo ressonante do cardíaco, dos neurônios-espelho e até mesmo do nosso cheiro.

Resumindo, há muito mais acontecendo em nossa consciência geral do que apenas a capacidade de processar racionalmente, de “pensar” no sentido clássico da palavra.

A consciência, em outras palavras, é complexa e não pode ser encontrada em algum ponto claro do cérebro (honestamente, se fosse, os cientistas já teriam descoberto), embora muitas partes do cérebro desempenhem um papel fundamental.


Num plano mais amplo, Helio Couto afirma que: "Só existe uma única consciência que dá origem às demais, sem delas se separar. Essas são extensões da original, como ramos de uma árvore conectados ao tronco". Ou seja, a consciência é o Tudo e está em tudo.

Segundo o professor, consciência pode ser transferida e canalizada... como um livro, qual o conteúdo já está em forma de onda e é canalizado para o mundo material.


Da mesma maneira que os neurônios não 'moram' apenas no cérebro, a consciência não está só lá.

Mas por que ainda tentamos vincular consciência e neurociência?

Me arrisco a responder com toda minha imperfeição:


1. Crença que não há consciência além de nossa existência humana;

2. Não entender o cérebro como ferramenta para algo e sim como o Todo em si;

3. Resumir a consciência apenas ao que o homem consegue explicar;

4. Trabalhar apenas na mente lógica e racional, não dando espaço de conexão à consciência universal.


Em outras palavras, níveis mais elevados de consciência não são encontrados quando pensamos (de maneira clássica), mas quando nos conectamos à esta frequência.

Tudo dependerá da sua vibração para ressoar fora do âmbito físico.




 
 
 

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